O nome é o maior patrimônio do jornalista. Em muitos casos, o único

Reflexões sobre minhas quase quatro décadas na profissão

Sinto orgulho de ser jornalista. Há 36 anos, comecei na profissão. E 39 se passaram, após ter feito minha escolha pelos caminhos do jornalismo, quando entrei na faculdade.

Tive mestres nas salas de aula e ao longo da carreira. Aprendi desde cedo que o nome é o maior patrimônio de um jornalista. Em muitos casos, é o único patrimônio numa profissão que ninguém abraça com lealdade almejando a riqueza financeira.

Tenho menos tempo pela frente do que já vivenciei. Por isso, cada nova descoberta, a ambição pelo furo, escrever, comentar lugares e circunstâncias diferentes me motivam e me fascinam.

É muito melhor do que estar em reuniões, onde desfilam os egos inflamados, ou com invejosos que tentam apagar aqueles que admiram, cobiçando lugares e temendo competências.

O amor à profissão me faz tenaz, em meio a tantos desafios que o jornalismo tem pela frente.

Mais um surgiu, inesperadamente, na velocidade espantosa de disseminação da pandemia da Covid-19.

Participar de programas e organizar a “bancada”, com cada integrante numa ponta, em quatro ou cinco casas diferentes, com qualidades diversas de sinais de internet no Brasil, não são tarefas fáceis, assim como interagir com o delay barra pesada. Mas vamos sair da pandemia com expertise de on-line para os anos vindouros cada vez mais cibernéticos.

Desejo um Feliz Dia do Jornalista, com saúde para continuar a lutar nesse tempo delicado, especialmente a quem ama o que faz!

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